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domingo, 16 de dezembro de 2018

Advento: o que você está esperando?

Advento: o que você está esperando? Quem não se comove ao ver uma mãe abraçando seu filho recém-nascido? A gravidez é motivo de grande alegria. Cada criança que nasce é um verdadeiro milagre. Amor semeado, cresce, cresce, cresce. E quando nasce, Deus fica feliz. Dá gargalhadas de alegria: “- Luz! Luz! Luz!”, grita Ele sorridente. -“Luz para iluminar o mundo!” Quem espera um bebê pode ter muitos medos mas o amor cobre uma multidão de temores e a ansiedade de ver chegar a criança não cabe no peito.
E essa espera da mãe? De nove meses, semana após semana, contando os dias, as horas, sofrendo as dores de parto, esperando aquele momento único de abraçar o fruto do seu ventre? Noites em vigília. Quantas vezes deve ter ouvido o título deste texto: “o que você está esperando?” E lá se iniciava o relato da história de uma vida. Quanta esperança renasce nos lares após o nascimento de um bebê.
E se essa criança for o Salvador? Esse evento natalício não só alegra a mãe, o pai, mas toda a humanidade. Sim, Ele já nasceu entre nós. Deus de Deus. Luz da luz. Jesus Cristo, 100% homem, igual a nós em tudo, menos no pecado, não é apenas um personagem que dividiu a história ou um profeta que fez muitos milagres em vida. O que já seria algo esplêndido. Jesus, o bebê que nasceu no ventre da Virgem Maria em Nazaré é 100% Deus.
E o advento é o tempo litúrgico onde relembramos e celebramos o nascimento de Nosso Salvador Jesus Cristo, a chegada do Messias entre nós. Conforme escreveu Romano Guardini, “a nossa salvação baseia-se numa vinda”. E é uma dupla espera, porque ao passo que queremos celebrar e fazer memória de algo tão importante para toda a humanidade, continuamos esperando a sua segunda vinda gloriosa. Essa espera continua. E ficar esperando não pode significar apatia. Inércia. Precisamos estar vigilantes, como sentinelas da manhã. Bem disse o poeta Cassiano Ricardo,”sei que é preciso prestigiar a esperança, numa sala de espera. Mas sei também que espera significa luta e não, apenas, esperança sentada. Não abdicação diante da vida. A esperança nunca é a forma burguesa, sentada e tranquila da espera. Nunca é figura de mulher do quadro antigo. Sentada, dando milho aos pombos”
Não dá pra ficar parado deixando a vida passar em nossa frente como numa pracinha. Tudo em nosso tempo é fast. A comida. Fast food, os relacionamentos. Fast love. Tudo é rápido demais, passageiro, descartável. O tempo passa, o tempo voa e no ritmo da pós- modernidade, caminhamos apressados com tudo o que fazemos. Há pressa na fila do banco, na mesa de casa, no trânsito, até na hora de ir à missa. Seguimos cantando a música do homem fragmentado, que vive aos pedaços. Nos distanciamos de nossa inteireza e valores. É preciso parar um pouco. Olhar pra si mesmo. Olhar para o lado. Olhar para os outros.
Quando a mulher fica grávida seu corpo a obriga a desacelerar. Nestas quatro semanas façamos esse exercício. Desacelerando nossos corações e centralizando nossas atenções naquele que vai nascer: o filho de Deus! É preciso gerar em nós o tempo de Deus. Um tempo onde sempre é Natal, onde há mais solidariedade, onde a gente vê luzes na rua e dentro dos olhares cheios de esperança mesmo naqueles que moram nas ruas. Já que o tempo do Natal desperta tantas boas ações vamos fazer com que se estenda por todo o ano. Que esse clima de fraternidade e expectativa da vinda do Senhor faça com que cada um de nós saia de si mesmo e vá ao encontro do outro, como já exortou nosso amado Papa Francisco: “a Igreja é chamada a sair de si mesma e ir para as periferias, não somente as geográficas, mas aquelas existenciais – do mistério do pecado, da dor da injustiça, da ignorância, da falta de fé, do pensamento, de todas as formas de miséria”.
Portanto mais importante do que saber o que esperar é preciso saber o como esperar. Ser cristão não é fechar os olhos para a realidade numa atitude alienada. Ao contrário, aquele que vive o advento, essa feliz expectativa, quer despertar e abrir os olhos para os desafios e tragédias que vivemos tendo sempre um olhar de esperança. O monge trapista Thomas Merton em seu livro Tempo e liturgia, afirma que “o mistério do Advento focaliza a luz da fé sobre o próprio sentido da vida, da história, do homem, do mundo e de nosso próprio ser. No Advento, celebramos a vinda e, em realidade, a presença de Cristo em nosso mundo. Damos testemunho da sua presença mesmo no meio de todos os seus problemas imperscrutáveis e de suas tragédias. Nossa fé no Advento não é uma fuga do mundo para dentro de uma região nebulosa de ‘slogans’ e consolações que declaram ser nossos problemas irreais e nossas tragédias inexistentes.”
 Num mundo que gira tão rápido e há tanto desespero, sejamos realistas mas semeadores da esperança. Já que “fé sem obras é morta”, vivamos na prática o que Cristo nos ensinou. Orar. Esperar. Amar. O que você está esperando?
Fonte: https://www.apjn.com.br/advento-o-que-voce-esta-esperando/

sábado, 1 de dezembro de 2018


A Oração de Dezembro
Padre Fábio de Melo Senhor Jesus Cristo, Rei da Paz, a lua e o céu estrelado nos fazem contemplar o caminho que os Reis Magos fizeram seguindo a estrela para te adorar ainda Menino no Presépio de Belém. Nós te pedimos que Nossa Senhora seja a estrela a nos guiar nesta caminhada do Advento para podermos acolher o teu nascimento em nossos corações neste Natal, e apresentar-te ao mundo por meio de nossas boas obras. Pela intercessão de São José, homem bom e justo, nós te pedimos que cuides de nossas necessidades materiais e espirituais e não deixes faltar o pão na mesa do trabalhador e do agricultor. Nós te agradecemos, nosso Pai do Céu, por tudo de bom que recebemos de ti neste ano que termina, e pedimos tua bênção para o ano que começa. Amém.
 Ir. Roberta Peluso, OAB

quarta-feira, 14 de novembro de 2018

A oração, o momento de entrega a Deus, ajuda-nos a ficar em contato com Ele. Maria e os seguidores de Jesus permaneciam em oração. Invoquemos Maria, Mãe de Jesus, a nos motivar a ficar cada vez mais em oração, pedindo sua intercessão nos momentos de grande aflição.
Elam de Almeida Pimentel

terça-feira, 13 de novembro de 2018

Outonos e primaveras.


Primavera é tempo de ressurreição. A vida cumpre o ofício de florescer ao seu tempo. O que hoje está revestido de cores precisou passar pelo silêncio das sombras. A vida não é por acaso. Ela é fruto do processo que a encaminha sem pressa e sem atropelos a um destino que não finda, porque é ciclo que a faz continuar em insondáveis movimentos de vida e morte. O florido sobre a terra não é acontecimento sem precedências. Antes da flor, a morte da semente, o suspiro dissonante de quem se desprende do que é para ser revestido de outras grandezas. O que hoje vejo e reconheço belo é apenas uma parte do processo. O que eu não pude ver é o que sustenta a beleza.
A arte de morrer em silêncio é atributo que pertence às sementes. A dureza do chão não permite que os nossos olhos alcancem o acontecimento. Antes de ser flor, a primavera é chão escuro de sombras, vida se entregando ao dialético movimento de uma morte anunciada, cumprida em partes.
A primavera só pode ser o que é porque o outono lhe embalou em seus braços. 
Outono é o tempo em que as sementes deitam sobre a terra seus destinos de fecundidade. É o tempo em que à morte se entregam, esperançosas de ressurreição. Outono é a maternidade das floradas, dos cantos das cigarras e dos assovios dos ventos. Outono é a preparação das aquarelas, dos trabalhos silenciosos que não causam alardes, mas que mais tarde serão fundamentais para o sustento da beleza que há de vir.
São as estações do tempo. São as estações da vida.
Há em nossos dias uma infinidade de cenas que podemos reconhecer a partir da mística dos outonos e das primaveras. Também nós cumprimos em nossa carne humana os mesmos destinos. Destino de morrer em pequenas partes, mediante sacrifícios que nos faz abraçar o silêncio das sombras...o 
Destino de florescer costurados em cores, alçados por alegrias que nos caem do céu, quando menos esperadas, anunciando que depois de outonos, a vida sempre nos reserva primaveras... 
Floresçamos.  
Padre Fábio de Melo

quarta-feira, 7 de novembro de 2018

A Oração de Novembro 
Pai Clemente (cf. Ex 34, 4b-6, 8-9), Tu que sabes de todas as coisas. 
Olha para o nosso coração saudoso que sente dor da perda física de nossos entes queridos. 
Tu que não te alegras com a dor e o sofrimento humano, mas que sempre nos aponta para novas possibilidades mesmo em meio às dores. Faze com que encontramos em nossa existência a razão para vivermos bem cada dia de nossas vidas. Que nossa existência encontre sentido no fato de sermos as tuas testemunhas por meio dos gestos e palavras de fé. Isto para encorajarmos as pessoas que, desanimadas, aparecem em nossos caminhos. E que o exemplo dos santos e santas nos encoraje a enfrentarmos as perseguições, obstáculos e desentendimentos na perseverança de nossa fé. 
Em nome de Teu Filho que é Rei no serviço e doação de sua própria vida. Amém! 
Pe. Gilberto Orácio de Aguiar

terça-feira, 6 de novembro de 2018

Bom dia!🌞

 "Não desanime de você, ainda que a colheita de hoje não seja muito feliz. Não coloque um ponto final nas suas esperanças. Ainda há muito o que fazer, ainda há muito o que plantar, e o que amar nessa vida. Ao invés de ficar parado no que você fez de errado, olhe para frente, e veja o que ainda pode ser feito... A vida ainda não terminou. E já dizia o poeta: que os sonhos não envelhecem. Vai em frente. Sorriso no rosto e firmeza nas decisões decisões."
Padre Fábio de Melo

Vamos de Paz

Nas clareiras do mundo, flores que salmodiam. Padre Fábio de Melo