❝ Às vezes Deus nos tira algo, para nos lembrar que foi ele quem a deu. Nos diminui para nos lembrar como ele é grande, nos deixa sem nada para nos lembrar que ele é tudo, nos deixa no escuro para nos lembrar que ele é a luz. ❞
Yla Fernandes
Bem-vindos!
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sábado, 15 de fevereiro de 2020
quarta-feira, 11 de dezembro de 2019
Mensagem de Natal
NATAL SEM O PAPAI NOEL...
Estou preparando a minha árvore de Natal. Quero que ela seja viva, mas não quero que seja exterior. Eu a quero dentro de mim. Tenho medo das exterioridades. Elas nos condenam.
Ando pensando que o silêncio do interior é mais convincente que o argumento da palavra. Quero que minha árvore seja feita de silêncios.
Silêncios que façam intuir felicidade, contentamento, sorrisos sinceros. Neste Natal não quero mandar cartões. Tenho medo de frases prontas. Elas representam obrigação sendo cumprida.
Prefiro a gratuidade do gesto, o improviso do texto, o erro de grafia e o acerto do sentimento.
A vida é mais bonita no improviso, no encontro inesperado, quando os olhares se cruzam e se encontram.
Quero que minha árvore seja feita de realidades. Neste Natal quero descansar de meus inúmeros planos.
Quero a simplicidade que me faça voltar às minhas origens.
Não quero muitas luzes.
Quero apenas o direito de encontrar o caminho do presépio para que eu não perca o menino Jesus de vista.
Tenho medo de que as árvores muito iluminadas me façam esquecer o dono da festa. Não quero Papai Noel por perto.
Aliás acho essa figura totalmente dispensável! Pode ficar no Pólo Norte desfrutando do seu inverno.
Suas roupas vermelhas e suas barbas longas não combinam com o calor que enfrentamos nessa época do ano.
Prefiro a presença dos pastores com seus presentes sinceros.
Papai Noel faz muito barulho quando chega.
Ele acorda o menino Jesus, o faz chorar assustado.
Os pastores não. Eles chegam silenciosos. São discretos e não incomodam...
Os presentes que trazem nos recordam a divindade do menino que nasceu.
São presentes que nos reúnem em torno de uma felicidade única.
O ouro que brilha, o incenso que perfuma o ambiente e a mirra com suas composições miraculosas.
O papai Noel chega derrubando tudo. Suas renas indisciplinadas dispersam as crianças, reiram a paz dos adultos.
Os brinquedos tão espalhafatosos retiram a tranquilidade da noite que deveria ser silenciosa e feliz.
O grande problema é que não sabemos que a felicidade mais fecunda é aquela que acontece no silêncio.
É por isso que neste Natal eu não quero muita coisa.
Quero apenas o direito de recolher o pequenino menino na manjedoura...
Quero acolhê-lo nos braços, cantar-lhe canções de ninar, afagar-lhe os cabelos, apertar-lhe as bochechas, trocar-lhe as fraldas para que não tenha assaduras e dizer nos seus ouvidos que ele é a razão que me faz acreditar que a noite poderá ser verdadeiramente feliz.
Neste Natal eu não quero muito.
Quero apenas dividir com Maria os cuidados com o pequeno menino.
Quero cuidar dele por ela. Enquanto eu cuido dele, ela pode descansar um pouquinho ao lado de José.
Ando desfrutando nos últimos dias o desejo mais intenso de que a vida vença a morte.
Talvez seja por isso que ando desejando uma árvore invisível.
O único jeito que temos de vencer a morte é descobrindo a vida nos pequenos espaços.
Assim vamos fazendo a substituição.
Onde existe o desespero da morte eu coloco o sorriso da vida.
Façam o mesmo!
Descubram a beleza que as dispersões deste tempo insistem em esconder.
Fechem as suas chaminés.
Visita que verdadeiramente vale à pena chega é pela porta da frente.
Na noite de Natal fujam dos tumultos e dos barulhos.
Descubram a felicidade silenciosa.
Ela é discreta, mas existe!
Eu lhes garanto!
Não tenham a ilusão de que seu Natal será triste porque será pobre.
Há mais beleza na pobreza verdadeira e assumida que na riqueza disfarçada e incoerente.
O que alegra um coração humano é tão pouco que parece ser quase nada.
Ousem dar o quase nada. Não dá trabalho, nem custa muito...
E não se surpreendam, se com isso, a sua noite de Natal tornar-se inesquecível.
Padre Fábio de Melo
Estou preparando a minha árvore de Natal. Quero que ela seja viva, mas não quero que seja exterior. Eu a quero dentro de mim. Tenho medo das exterioridades. Elas nos condenam.
Ando pensando que o silêncio do interior é mais convincente que o argumento da palavra. Quero que minha árvore seja feita de silêncios.
Silêncios que façam intuir felicidade, contentamento, sorrisos sinceros. Neste Natal não quero mandar cartões. Tenho medo de frases prontas. Elas representam obrigação sendo cumprida.
Prefiro a gratuidade do gesto, o improviso do texto, o erro de grafia e o acerto do sentimento.
A vida é mais bonita no improviso, no encontro inesperado, quando os olhares se cruzam e se encontram.
Quero que minha árvore seja feita de realidades. Neste Natal quero descansar de meus inúmeros planos.
Quero a simplicidade que me faça voltar às minhas origens.
Não quero muitas luzes.
Quero apenas o direito de encontrar o caminho do presépio para que eu não perca o menino Jesus de vista.
Tenho medo de que as árvores muito iluminadas me façam esquecer o dono da festa. Não quero Papai Noel por perto.
Aliás acho essa figura totalmente dispensável! Pode ficar no Pólo Norte desfrutando do seu inverno.
Suas roupas vermelhas e suas barbas longas não combinam com o calor que enfrentamos nessa época do ano.
Prefiro a presença dos pastores com seus presentes sinceros.
Papai Noel faz muito barulho quando chega.
Ele acorda o menino Jesus, o faz chorar assustado.
Os pastores não. Eles chegam silenciosos. São discretos e não incomodam...
Os presentes que trazem nos recordam a divindade do menino que nasceu.
São presentes que nos reúnem em torno de uma felicidade única.
O ouro que brilha, o incenso que perfuma o ambiente e a mirra com suas composições miraculosas.
O papai Noel chega derrubando tudo. Suas renas indisciplinadas dispersam as crianças, reiram a paz dos adultos.
Os brinquedos tão espalhafatosos retiram a tranquilidade da noite que deveria ser silenciosa e feliz.
O grande problema é que não sabemos que a felicidade mais fecunda é aquela que acontece no silêncio.
É por isso que neste Natal eu não quero muita coisa.
Quero apenas o direito de recolher o pequenino menino na manjedoura...
Quero acolhê-lo nos braços, cantar-lhe canções de ninar, afagar-lhe os cabelos, apertar-lhe as bochechas, trocar-lhe as fraldas para que não tenha assaduras e dizer nos seus ouvidos que ele é a razão que me faz acreditar que a noite poderá ser verdadeiramente feliz.
Neste Natal eu não quero muito.
Quero apenas dividir com Maria os cuidados com o pequeno menino.
Quero cuidar dele por ela. Enquanto eu cuido dele, ela pode descansar um pouquinho ao lado de José.
Ando desfrutando nos últimos dias o desejo mais intenso de que a vida vença a morte.
Talvez seja por isso que ando desejando uma árvore invisível.
O único jeito que temos de vencer a morte é descobrindo a vida nos pequenos espaços.
Assim vamos fazendo a substituição.
Onde existe o desespero da morte eu coloco o sorriso da vida.
Façam o mesmo!
Descubram a beleza que as dispersões deste tempo insistem em esconder.
Fechem as suas chaminés.
Visita que verdadeiramente vale à pena chega é pela porta da frente.
Na noite de Natal fujam dos tumultos e dos barulhos.
Descubram a felicidade silenciosa.
Ela é discreta, mas existe!
Eu lhes garanto!
Não tenham a ilusão de que seu Natal será triste porque será pobre.
Há mais beleza na pobreza verdadeira e assumida que na riqueza disfarçada e incoerente.
O que alegra um coração humano é tão pouco que parece ser quase nada.
Ousem dar o quase nada. Não dá trabalho, nem custa muito...
E não se surpreendam, se com isso, a sua noite de Natal tornar-se inesquecível.
Padre Fábio de Melo
domingo, 1 de dezembro de 2019
A oração de Dezembro
Pai de bondade e Deus da Reconciliação, estamos iniciando o último mês do ano. Obrigado porque sua mão nos sustentou e nos protegeu, conduziu-nos e nos orientou até aqui. Como não te agradecer por esse tempo de graça que nos reuniremos em grupos de famílias, e pessoas amigas para reafirmar que o Senhor é um Deus presente e que está no meio de nós ("Emanuel"). Quantas pessoas iniciaram o ano conosco e agora, fisicamente, estão ausentes! Isto não é uma forma de nos lastimarmos, mas de agradecermos ao Senhor todas as bênçãos recebidas por meio destas pessoas. Obrigado por tudo o que vivemos neste ano, pois, com certeza, cada acontecimento foi um aprendizado para nós. Que sejamos um presente para as pessoas que encontrarmos em nossas vidas. Louvado sejas, ó meu Senhor!
Pe. José Horácio de Aguiar
Pai de bondade e Deus da Reconciliação, estamos iniciando o último mês do ano. Obrigado porque sua mão nos sustentou e nos protegeu, conduziu-nos e nos orientou até aqui. Como não te agradecer por esse tempo de graça que nos reuniremos em grupos de famílias, e pessoas amigas para reafirmar que o Senhor é um Deus presente e que está no meio de nós ("Emanuel"). Quantas pessoas iniciaram o ano conosco e agora, fisicamente, estão ausentes! Isto não é uma forma de nos lastimarmos, mas de agradecermos ao Senhor todas as bênçãos recebidas por meio destas pessoas. Obrigado por tudo o que vivemos neste ano, pois, com certeza, cada acontecimento foi um aprendizado para nós. Que sejamos um presente para as pessoas que encontrarmos em nossas vidas. Louvado sejas, ó meu Senhor!
Pe. José Horácio de Aguiar
sábado, 30 de novembro de 2019
Vem, Senhor Jesus
Dom Alberto Taveira Corrêa, arcebispo de Belém do Pará, reflete sobre o anseio das pessoas por Deus
Vem, Senhor Jesus!
“A minha alma tem sede de ti, minha carne também te deseja, como terra sedenta e sem água” (Sl 62, 2). Percorremos as estradas do mundo, Senhor, recolhendo hoje todos os gritos das pessoas que clamam por tua vinda. Conosco estão todos os sedentos da terra, homens e mulheres que não se sentem saciados com as parcas alegrias que se lhes oferecem. Conosco estão todos os sofredores e inquietos. Vem, Senhor Jesus! Gritam por tua vinda os muitos pecadores, entre os quais nos encontramos, para que, do profundo do abismo, olhando para a Jerusalém celeste, possamos pedir que escutes nossa voz e não leves em conta nossas faltas, pois em ti está a nossa esperança (Cf. Sl 129). Vem, Senhor Jesus! Diante de ti sejam apresentados os anseios das pessoas errantes e perdidas, cujo sentido da existência se esvaiu como fumaça. Dá-nos, Jesus, a graça de ser instrumentos teus para encontrá-las nas encruzilhadas da aventura humana. Dá-nos sensibilidade para que ninguém passe perto de nós e nos encontre indiferentes. Sabemos que só tu és a resposta, a única esperança para elas. Vem, Senhor Jesus! Nós te apresentamos as pessoas que perderam o próprio nome e dignidade. Sabemos estar escondido atrás de tantos andrajos o tesouro da obra prima que é a natureza humana. Ilumina-nos com tua luz para que saiamos pelas ruas a procurar homens e mulheres que gritam por amor e liberdade, a fim de que encontrem a estrada que conduz a ti. Dá-nos olhos e ouvidos abertos para todas as necessidades humanas. Vem, Senhor Jesus! Sabemos que muitos têm paixão pela verdade, mas têm dificuldades para ceder ao amor, que é porta para a plena verdade. O Espírito Santo, que pairou sobre a simplicidade da Virgem Maria, entre em todas as mentes dos que se encontram insatisfeitos com as poucas ou limitadas respostas que a vida oferece. Vem, Jesus Salvador, Sabedoria eterna, ao encontro deles. Vem, Senhor Jesus! O mundo ficou pequeno e nós sabemos logo o que acontece em todas as partes. Obrigado, Senhor! Agradecemos porque nossa sensibilidade cresceu diante de tantos problemas existentes. Valeu muito ver a Igreja e tantas pessoas em oração pela paz! Foi bom que todos descobriram de novo, neste ano, por convocação do Papa Francisco, as armas bíblicas do jejum e da oração! Vem, Senhor Jesus, para nosso mundo machucado pelas guerras que ainda insistem em existir, mesmo depois de tua vinda, Príncipe da Paz. Vem, Senhor Jesus! Precisamos de tua vinda, Senhor Jesus, para vencer a violência que se espalha em nossas cidades. Dá-nos vergonha suficiente para não nos considerarmos importantes pelos índices de violência ou de acidentes. Dá-los juízo para valorizar a vida dos outros e respeitá-la. Sozinhos não somos capazes de fazer dignas nossas cidades. Elas gritam, mesmo sem saber: Vem, Senhor Jesus! Senhor, nós te apresentamos um mundo machucado e cansado. Eis diante de ti a falta de confiança nas instituições, pela grave corrupção existente em todos os cantos. Tu sabes bem que falta retidão nas prestações de contas, na administração dos bens públicos e nas relações pessoais. Nosso mundo é terra seca, que tem sede do Deus vivo. Vem, Senhor Jesus! Senhor, em nosso mundo se encontram também, para acolher-te, todas as pessoas que fazem o bem! Ajuda-nos a ver a bondade presente no trato com os irmãos, a caridade vivida, a solidariedade que continua viva, a simplicidade de tantas pessoas que se abrem para a amizade sincera! Vem ao encontro de todas as pessoas que fazem o bem e nos fazem o bem. Vem, Senhor Jesus! Ao final de um ano, queremos trazer-te, para fazer festa à tua chegada e cantar com os anjos de Belém, nossas crianças, radiantes de alegria e esperança! Unem-se a elas nossos adolescentes e jovens, rosto de um futuro melhor. Acolhe o amor apaixonado dos casais e de suas famílias, e também o brilho do sorriso de nossos idosos! Todos se preparam e querem fazer de seus corações e suas casas o lugar para o Natal acontecer. Percorremos casa por casa, batendo às portas, mesmo sabendo que há dois mil e treze anos muitos dizem não haver lugar para ti. Queremos encontrar este lugar na simplicidade de tantos corações, parecidos com Maria e José. Desejamos ser simples e abertos como os animais da noite de Belém! Dá-nos a sabedoria do burro ou a placidez da vaca do presépio, ou, quem sabe, o jeito de cantar do galo das vigílias, para preparar-te aconchego e calor. Como temos a certeza de que um dia virás em tua glória, tu que vieste em Belém e vens a cada dia, põe em nosso coração a palavra da Escritura, neste tempo de Advento: “O Espírito e a Esposa dizem: ‘Vem’! Aquele que ouve também diga: ‘Vem’! Quem tem sede, venha, e quem quiser, receba de graça a água vivificante. Aquele que dá testemunho destas coisas diz: ‘Sim, eu venho em breve’. Amém! Vem, Senhor Jesus!” (Ap 22,17.20).
Dom Alberto Taveira Corrêa, arcebispo de Belém do Pará
Fonte http://catolicosunidosemcristo.blogspot.com/2013/12/vem-senhor-jesus.html?m=1
Dom Alberto Taveira Corrêa, arcebispo de Belém do Pará, reflete sobre o anseio das pessoas por Deus
Vem, Senhor Jesus!
“A minha alma tem sede de ti, minha carne também te deseja, como terra sedenta e sem água” (Sl 62, 2). Percorremos as estradas do mundo, Senhor, recolhendo hoje todos os gritos das pessoas que clamam por tua vinda. Conosco estão todos os sedentos da terra, homens e mulheres que não se sentem saciados com as parcas alegrias que se lhes oferecem. Conosco estão todos os sofredores e inquietos. Vem, Senhor Jesus! Gritam por tua vinda os muitos pecadores, entre os quais nos encontramos, para que, do profundo do abismo, olhando para a Jerusalém celeste, possamos pedir que escutes nossa voz e não leves em conta nossas faltas, pois em ti está a nossa esperança (Cf. Sl 129). Vem, Senhor Jesus! Diante de ti sejam apresentados os anseios das pessoas errantes e perdidas, cujo sentido da existência se esvaiu como fumaça. Dá-nos, Jesus, a graça de ser instrumentos teus para encontrá-las nas encruzilhadas da aventura humana. Dá-nos sensibilidade para que ninguém passe perto de nós e nos encontre indiferentes. Sabemos que só tu és a resposta, a única esperança para elas. Vem, Senhor Jesus! Nós te apresentamos as pessoas que perderam o próprio nome e dignidade. Sabemos estar escondido atrás de tantos andrajos o tesouro da obra prima que é a natureza humana. Ilumina-nos com tua luz para que saiamos pelas ruas a procurar homens e mulheres que gritam por amor e liberdade, a fim de que encontrem a estrada que conduz a ti. Dá-nos olhos e ouvidos abertos para todas as necessidades humanas. Vem, Senhor Jesus! Sabemos que muitos têm paixão pela verdade, mas têm dificuldades para ceder ao amor, que é porta para a plena verdade. O Espírito Santo, que pairou sobre a simplicidade da Virgem Maria, entre em todas as mentes dos que se encontram insatisfeitos com as poucas ou limitadas respostas que a vida oferece. Vem, Jesus Salvador, Sabedoria eterna, ao encontro deles. Vem, Senhor Jesus! O mundo ficou pequeno e nós sabemos logo o que acontece em todas as partes. Obrigado, Senhor! Agradecemos porque nossa sensibilidade cresceu diante de tantos problemas existentes. Valeu muito ver a Igreja e tantas pessoas em oração pela paz! Foi bom que todos descobriram de novo, neste ano, por convocação do Papa Francisco, as armas bíblicas do jejum e da oração! Vem, Senhor Jesus, para nosso mundo machucado pelas guerras que ainda insistem em existir, mesmo depois de tua vinda, Príncipe da Paz. Vem, Senhor Jesus! Precisamos de tua vinda, Senhor Jesus, para vencer a violência que se espalha em nossas cidades. Dá-nos vergonha suficiente para não nos considerarmos importantes pelos índices de violência ou de acidentes. Dá-los juízo para valorizar a vida dos outros e respeitá-la. Sozinhos não somos capazes de fazer dignas nossas cidades. Elas gritam, mesmo sem saber: Vem, Senhor Jesus! Senhor, nós te apresentamos um mundo machucado e cansado. Eis diante de ti a falta de confiança nas instituições, pela grave corrupção existente em todos os cantos. Tu sabes bem que falta retidão nas prestações de contas, na administração dos bens públicos e nas relações pessoais. Nosso mundo é terra seca, que tem sede do Deus vivo. Vem, Senhor Jesus! Senhor, em nosso mundo se encontram também, para acolher-te, todas as pessoas que fazem o bem! Ajuda-nos a ver a bondade presente no trato com os irmãos, a caridade vivida, a solidariedade que continua viva, a simplicidade de tantas pessoas que se abrem para a amizade sincera! Vem ao encontro de todas as pessoas que fazem o bem e nos fazem o bem. Vem, Senhor Jesus! Ao final de um ano, queremos trazer-te, para fazer festa à tua chegada e cantar com os anjos de Belém, nossas crianças, radiantes de alegria e esperança! Unem-se a elas nossos adolescentes e jovens, rosto de um futuro melhor. Acolhe o amor apaixonado dos casais e de suas famílias, e também o brilho do sorriso de nossos idosos! Todos se preparam e querem fazer de seus corações e suas casas o lugar para o Natal acontecer. Percorremos casa por casa, batendo às portas, mesmo sabendo que há dois mil e treze anos muitos dizem não haver lugar para ti. Queremos encontrar este lugar na simplicidade de tantos corações, parecidos com Maria e José. Desejamos ser simples e abertos como os animais da noite de Belém! Dá-nos a sabedoria do burro ou a placidez da vaca do presépio, ou, quem sabe, o jeito de cantar do galo das vigílias, para preparar-te aconchego e calor. Como temos a certeza de que um dia virás em tua glória, tu que vieste em Belém e vens a cada dia, põe em nosso coração a palavra da Escritura, neste tempo de Advento: “O Espírito e a Esposa dizem: ‘Vem’! Aquele que ouve também diga: ‘Vem’! Quem tem sede, venha, e quem quiser, receba de graça a água vivificante. Aquele que dá testemunho destas coisas diz: ‘Sim, eu venho em breve’. Amém! Vem, Senhor Jesus!” (Ap 22,17.20).
Dom Alberto Taveira Corrêa, arcebispo de Belém do Pará
Fonte http://catolicosunidosemcristo.blogspot.com/2013/12/vem-senhor-jesus.html?m=1
domingo, 10 de novembro de 2019
Esteja certo de que a felicidade de sua vida não pode vir de fora. Você só poderá encontrar a felicidade quando souber fazê-la nascer dentro de seu coração, quando aprender a ajudar a todos indistintamente, com suas ações, suas palavras e seus pensamentos.
Pense positivamente, desculpando a todos, e sentirá a maior felicidade de sua vida na alegria de viver bem.
Carlos Torres Pastorino
Carlos Torres Pastorino
quinta-feira, 26 de setembro de 2019
sábado, 21 de setembro de 2019
Prece pela paz interior
Senhor, tranquiliza a nossa alma... Que os nossos pensamentos se acalmem dentro de nós. Sabemos que, no momento justo, solucionarás todos os nossos problemas. Que façamos seilêncio em nós para escutarmos o que nos aconselhas. Ouvindo-te, nada de mal nos sucederá... Não nos deixe agir precipitadamente. Que a nossa decisão seja o reflexo de tua vontade. Acalma-nos, Senhor, para que tudo se acalme à nossa volta; para que emudeçam as vozes agressivas e atormenta pare de soprar... Que a tua paz invada nosso coração e que deixemo-nos estar, sem que coisa alguma dela nos afaste.
Carlos A. Baccelli
Senhor, tranquiliza a nossa alma... Que os nossos pensamentos se acalmem dentro de nós. Sabemos que, no momento justo, solucionarás todos os nossos problemas. Que façamos seilêncio em nós para escutarmos o que nos aconselhas. Ouvindo-te, nada de mal nos sucederá... Não nos deixe agir precipitadamente. Que a nossa decisão seja o reflexo de tua vontade. Acalma-nos, Senhor, para que tudo se acalme à nossa volta; para que emudeçam as vozes agressivas e atormenta pare de soprar... Que a tua paz invada nosso coração e que deixemo-nos estar, sem que coisa alguma dela nos afaste.
Carlos A. Baccelli
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