Bem-vindos!

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sexta-feira, 20 de março de 2020

Bem vindo, outono!

Outono é tempo de refletir, de agradecer e de deixar cair nossas folhas secas e velhas. 
Tempo de perdoar e de deixar ir os sentimentos que perderam o sentido. Tempo de agradecer pela vida, pelo amor, pela amizade, pelo sustento, até pelas lutas, e de deixar para trás o que não faz bem a nossa alma. Outono, a estação do desapego, do soltar o que já não nos pertence. É tempo de esvaziar para o novo entrar. Bem vindo, outono!


Imagem e pesquisa: Internet

quinta-feira, 19 de março de 2020

 
Oração a São José

 A vós, São José, recorremos em nossas necessidades e como confiança pedimos a Vossa Proteção. Pelo amor que vos unia à Virgem Imaculada e Mãe de Deus, e por vosso amor de Pai para com Jesus com insistência Vos pedimos: Volvei bondoso o vosso olhar para a herança que Jesus resgatou como o Sangue Preciosíssimo, e vinde como vosso poder em nosso auxílio! Guarda fidelíssimo da Sagrada Família, vigiai sobre o corpo místico de Cristo, a Igreja! Pai amantíssimo, afastai para longe de nós o contágio de qualquer erro e corrupção. Poderoso defensor, do céu bondosamente dai-nos a vossa assistência na luta contra as potências das trevas! Como, outrora livrastes de grave perigo o Menino Deus, assim livrai das ciladas ardilosas do inimigo da Santa Igreja de Deus! São José, Guarda amoroso do Divino Infante, defendei das mãos inimigas a Santa Eucaristia em todos os tabernáculos do mundo. Acolhei a todos sob a Vossa Proteção! E, segundo o vosso exemplo, dai-nos com vossa ajuda que tenhamos vida santa e morte feliz, para podermos chegar à eterna bem-aventurança no céu. Amém.


Simplesmente José (Eugênio Jorge)

sábado, 15 de fevereiro de 2020

Que nada atrapalhe...

❝ Às vezes Deus nos tira algo, para nos lembrar que foi ele quem a deu. Nos diminui para nos lembrar como ele é grande, nos deixa sem nada para nos lembrar que ele é tudo, nos deixa no escuro para nos lembrar que ele é a luz. ❞
Yla Fernandes

quarta-feira, 11 de dezembro de 2019

Mensagem de Natal

 
NATAL SEM O PAPAI NOEL...

Estou preparando a minha árvore de Natal. Quero que ela seja viva, mas não quero que seja exterior. Eu a quero dentro de mim. Tenho medo das exterioridades. Elas nos condenam. 

Ando pensando que o silêncio do interior é mais convincente que o argumento da palavra. Quero que minha árvore seja feita de silêncios. 
Silêncios que façam intuir felicidade, contentamento, sorrisos sinceros. Neste Natal não quero mandar cartões. Tenho medo de frases prontas. Elas representam obrigação sendo cumprida. 
Prefiro a gratuidade do gesto, o improviso do texto, o erro de grafia e o acerto do sentimento. 
A vida é mais bonita no improviso, no encontro inesperado, quando os olhares se cruzam e se encontram. 
Quero que minha árvore seja feita de realidades. Neste Natal quero descansar de meus inúmeros planos. 
Quero a simplicidade que me faça voltar às minhas origens. 
Não quero muitas luzes. 
Quero apenas o direito de encontrar o caminho do presépio para que eu não perca o menino Jesus de vista.
Tenho medo de que as árvores muito iluminadas me façam esquecer o dono da festa. Não quero Papai Noel por perto.
Aliás acho essa figura totalmente dispensável! Pode ficar no Pólo Norte desfrutando do seu inverno.
Suas roupas vermelhas e suas barbas longas não combinam com o calor que enfrentamos nessa época do ano.
Prefiro a presença dos pastores com seus presentes sinceros. 
Papai Noel faz muito barulho quando chega. 
Ele acorda o menino Jesus, o faz chorar assustado. 
Os pastores não. Eles chegam silenciosos. São discretos e não incomodam... 
Os presentes que trazem nos recordam a divindade do menino que nasceu. 
São presentes que nos reúnem em torno de uma felicidade única. 
O ouro que brilha, o incenso que perfuma o ambiente e a mirra com suas composições miraculosas. 
O papai Noel chega derrubando tudo. Suas renas indisciplinadas dispersam as crianças, reiram a paz dos adultos. 
Os brinquedos tão espalhafatosos retiram a tranquilidade da noite que deveria ser silenciosa e feliz. 
O grande problema é que não sabemos que a felicidade mais fecunda é aquela que acontece no silêncio. 
É por isso que neste Natal eu não quero muita coisa. 
Quero apenas o direito de recolher o pequenino menino na manjedoura... 
Quero acolhê-lo nos braços, cantar-lhe canções de ninar, afagar-lhe os cabelos, apertar-lhe as bochechas, trocar-lhe as fraldas para que não tenha assaduras e dizer nos seus ouvidos que ele é a razão que me faz acreditar que a noite poderá ser verdadeiramente feliz. 
Neste Natal eu não quero muito. 
Quero apenas dividir com Maria os cuidados com o pequeno menino. 
Quero cuidar dele por ela. Enquanto eu cuido dele, ela pode descansar um pouquinho ao lado de José. 
Ando desfrutando nos últimos dias o desejo mais intenso de que a vida vença a morte. 
Talvez seja por isso que ando desejando uma árvore invisível. 
O único jeito que temos de vencer a morte é descobrindo a vida nos pequenos espaços. 
Assim vamos fazendo a substituição. 
Onde existe o desespero da morte eu coloco o sorriso da vida. 
Façam o mesmo! 
Descubram a beleza que as dispersões deste tempo insistem em esconder. 
Fechem as suas chaminés. 
Visita que verdadeiramente vale à pena chega é pela porta da frente. 
Na noite de Natal fujam dos tumultos e dos barulhos. 
Descubram a felicidade silenciosa. 
Ela é discreta, mas existe! 
Eu lhes garanto! 
Não tenham a ilusão de que seu Natal será triste porque será pobre. 
Há mais beleza na pobreza verdadeira e assumida que na riqueza disfarçada e incoerente. 
O que alegra um coração humano é tão pouco que parece ser quase nada. 
Ousem dar o quase nada. Não dá trabalho, nem custa muito... 
E não se surpreendam, se com isso, a sua noite de Natal tornar-se inesquecível. 

Padre Fábio de Melo

domingo, 1 de dezembro de 2019

 
A oração de Dezembro

Pai de bondade e Deus da Reconciliação, estamos iniciando o último mês do ano. Obrigado porque sua mão nos sustentou e nos protegeu, conduziu-nos e nos orientou até aqui. Como não te agradecer por esse tempo de graça que nos reuniremos em grupos de famílias, e pessoas amigas para reafirmar que o Senhor é um Deus presente e que está no meio de nós ("Emanuel"). Quantas pessoas iniciaram o ano conosco e agora, fisicamente, estão ausentes! Isto não é uma forma de nos lastimarmos, mas de agradecermos ao Senhor todas as bênçãos recebidas por meio destas pessoas. Obrigado por tudo o que vivemos neste ano, pois, com certeza, cada acontecimento foi um aprendizado para nós. Que sejamos um presente para as pessoas que encontrarmos em nossas vidas. Louvado sejas, ó meu Senhor!
                       
Pe. José Horácio de Aguiar

Vamos de Paz

Nas clareiras do mundo, flores que salmodiam. Padre Fábio de Melo