Bem-vindos!

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhzokkLv8A7Y0gwFagpWdiCZKx1ebJ3LcKTEEO8HlXHf0S9pqZCOgGn1gVKes3N4iy4QbtrV9XWdo94Q2_Uf-lOFXocbnFJxUtwMIrgKnTm35lQWtqBZ66HqCqzaeC9tkKptQlOo0DFfbSX/s1600/barrinha_div_019.gif

quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

Esta é a história que os ideólogos de gênero não querem que saiba

Esta é a história que os ideólogos de gênero não querem que saiba: Os estudos do psicólogo e sexólogo Dr. John William Money na década de 1950 foram os primeiros que tentaram mostrar apoio científico, médico e psicanalítico que a diferença entre homens e mulheres é um fato social, uma construção em vez de algo biológico, a essência da ideologia de gênero.

terça-feira, 1 de janeiro de 2019


Oração a Nossa Senhora Santa Maria, serva humilde do Senhor, gloriosa Mãe de Deus, salve! Virgem fiel, ventre consagrado ao Verbo, ensina-nos a ser dóceis à voz do Espírito que te habita, a viver na escuta da Palavra, atentos aos seus apelos no segredo do coração, vigilantes nas suas manifestações na vida da humanidade, nos acontecimentos da história, nos sofrimentos e nas alegrias da criação toda. Virgem da escuta, criatura orante, queremos te saudar como Mãe de Deus, como Virgem ilibada, como Imaculada Maria e como Nossa Senhora da Glória! Acolhe as súplicas das tuas servas e servos!
Irmã Lina Boff

A Oração de Janeiro


Senhor, um ano começa; temos no coração a esperança de que seja melhor que o ano passado. O mundo precisa de paz, de compreensão, de harmonia entre as pessoas e povos; necessita de respeito ao próximo, que é irmão, mas é diferente, pois não criastes seres iguais, apenas semelhantes, pessoas que se completam na adversidade de raças, crenças, dons, personalidade e espírito. Senhor, por misericórdia, infunde em nosso coração a coragem de reconhecermos que o diferente é tua vontade, para que haja mais alegria no mundo, porque a igualdade de seres é monótona, insípida, e não leva ao crescimento. Tem compaixão da nossa cegueira à beleza da diversidade de tua Criação. E, em nome de Jesus, abençoe este novo ano. Amém! 
Maria Aparecida de Cicco

segunda-feira, 31 de dezembro de 2018

Oração pela paz

Ó Príncipe da paz, afaste do coração dos seres humanos tudo o que possa colocar em perigo a paz e transforme-os em testemunhas da verdade, da justiça e do amor fraterno. 
Ilumine os responsáveis pelos povos para que, junto às preocupações por um justo bem-estar dos seus concidadãos, garantam e defendam o grande dom da paz. 
Inflame a vontade de todos para superar as barreiras que dividem, para fazer crescer os vínculos da caridade mútua, para compreender os outros, para perdoar aqueles que causaram injúrias. 
Em virtude da sua atuação, se irmanem todos os povos da terra e floresça neles e reine sempre a tão desejada paz. Amém. 
Frei Atílio Battistuz, OFM
No ano passado...

Já repararam como é bom dizer "o ano passado"? É como quem já tivesse atravessado um rio, deixando tudo na outra margem...Tudo sim, tudo mesmo! Porque, embora nesse "tudo" se incluam algumas ilusões, a alma está leve, livre, numa extraodinária sensação de alívio, como só se poderiam sentir as almas desencarnadas. Mas no ano passado, como eu ia dizendo, ou mais precisamente, no último dia do ano passado deparei com um despacho da Associeted Press em que, depois de anunciado como se comemoraria nos diversos países da Europa a chegada do Ano Novo, informava-se o seguinte, que bem merece um parágrafo à parte:

"Na Itália, quando soarem os sinos à meia-noite, todo mundo atirará pelas janelas as panelas velhas e os vasos rachados".

Ótimo! O meu ímpeto, modesto mas sincero, foi atirar-me eu próprio pela janela, tendo apenas no bolso, à guisa de explicação para as autoridades, um recorte do referido despacho. Mas seria levar muito longe uma simples metáfora, aliás praticamente irrealizável, porque resido num andar térreo. E, por outro lado, metáforas a gente não faz para a Polícia, que só quer saber de coisas concretas. Metáforas são para aproveitar em versos...

Atirei-me, pois, metaforicamente, pela janela do tricentésimo-sexagésimo-quinto andar do ano passado.
Morri? Não. Ressuscitei. Que isto da passagem de um ano para outro é um corriqueiro fenômeno de morte e ressurreição - morte do ano velho e sua ressurreição como ano novo, morte da nossa vida velha para uma vida nova.
No ano passado...

Já repararam como é bom dizer "o ano passado"? É como quem já tivesse atravessado um rio, deixando tudo na outra margem...Tudo sim, tudo mesmo! Porque, embora nesse "tudo" se incluam algumas ilusões, a alma está leve, livre, numa extraodinária sensação de alívio, como só se poderiam sentir as almas desencarnadas. Mas no ano passado, como eu ia dizendo, ou mais precisamente, no último dia do ano passado deparei com um despacho da Associeted Press em que, depois de anunciado como se comemoraria nos diversos países da Europa a chegada do Ano Novo, informava-se o seguinte, que bem merece um parágrafo à parte:

"Na Itália, quando soarem os sinos à meia-noite, todo mundo atirará pelas janelas as panelas velhas e os vasos rachados".

Ótimo! O meu ímpeto, modesto mas sincero, foi atirar-me eu próprio pela janela, tendo apenas no bolso, à guisa de explicação para as autoridades, um recorte do referido despacho. Mas seria levar muito longe uma simples metáfora, aliás praticamente irrealizável, porque resido num andar térreo. E, por outro lado, metáforas a gente não faz para a Polícia, que só quer saber de coisas concretas. Metáforas são para aproveitar em versos...

Atirei-me, pois, metaforicamente, pela janela do tricentésimo-sexagésimo-quinto andar do ano passado.
Morri? Não. Ressuscitei. Que isto da passagem de um ano para outro é um corriqueiro fenômeno de morte e ressurreição - morte do ano velho e sua ressurreição como ano novo, morte da nossa vida velha para uma vida nova.

Mario Quintana

segunda-feira, 24 de dezembro de 2018

Natal Feliz é Natal com Cristo

Menino das palhas, Menino Jesus, Menino de Maria, aqui estamos diante de ti. Tu vieste de mansinho, na calada da noite, no silêncio das coisas que não fazem ruído.
Tu é o Menino amável e santíssimo, deitado nas palhas porque não havia lugar para ti nas casas dos homens tão ocupados e tão cheios de si.
Dá a nossos lábios a doçura do mel e à nossas vozes o brilho do cantar da cotovia, para dizer que vieste encher de sentido os dias de nossas vidas.
Não estamos mais sós: tu és o companheiro de nossas vidas. Tu choras as nossas lágrimas e te alegras com nossas alegrias, porque tu és nosso irmão.
Tu vieste te instalar feito um posseiro dentro de nós e não queremos que teu lugar seja ocupado pelo egoísmo que nos mata e nos aniquila, pelo orgulho que sobe à cabeça, pelo desespero.
Sei, Menino de Maria, que a partir de agora, não há mais razão para desesperar porque Deus grande, belo, Deus magnífico e altíssimo se tornou nosso irmão.
Santa Maria, Mãe do Senhor e Palácio de Deus, tu estás perto do Menino que envolves em paninhos quentes.
José, bom José, carpinteiro de mãos duras e guarda de nosso Menino, protege esse Deus que se tornou mendigo de nosso amor.
Menino Jesus, hoje é festa de claridade e dia de luz. Tu nasceste para os homens na terra de Belém.

Pesquisa: Internet
Imagem: Google

Vamos de Paz

Nas clareiras do mundo, flores que salmodiam. Padre Fábio de Melo