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sábado, 12 de dezembro de 2020

 Viva o Advento como um tempo de espera e esperança

O Advento, que antecede o Natal, é o momento em que os fiéis esperam a chegada do Salvador

“Para tudo há um tempo, para cada coisa há um momento abaixo do céu: tempo de amar, tempo de odiar; tempo de guerra e tempo de paz.” O Advento é o tempo da esperança por criar em nós uma grande expectativa: esperar Jesus que virá. Este é o grande sinal do primeiro tempo do Ano Litúrgico, o tempo da esperança, do cumprimento da promessa e da paz.

O momento que antecede o Natal deverá ser para nós, cristãos, um tempo de preparação para vivermos a alegria prometida. A expectativa de relembrar um fato histórico, que se atualiza a cada dezembro, tornando-se uma motivação para uma tomada de decisão: viver o tempo do Advento como oportunidade para nos arrependermos dos nossos pecados e promover, por meio das nossas atitudes, sinais que caracterizam o tempo de amar, de ser fraterno e viver a cultura da paz.

Advento, que antecede o Natal, é o momento em que os fiéis esperam a chegada do Salvador

“Para tudo há um tempo, para cada coisa há um momento abaixo do céu: tempo de amar, tempo de odiar; tempo de guerra e tempo de paz.” O Advento é o tempo da esperança por criar em nós uma grande expectativa: esperar Jesus que virá. Este é o grande sinal do primeiro tempo do Ano Litúrgico, o tempo da esperança, do cumprimento da promessa e da paz.

O momento que antecede o Natal deverá ser para nós, cristãos, um tempo de preparação para vivermos a alegria prometida. A expectativa de relembrar um fato histórico, que se atualiza a cada dezembro, tornando-se uma motivação para uma tomada de decisão: viver o tempo do Advento como oportunidade para nos arrependermos dos nossos pecados e promover, por meio das nossas atitudes, sinais que caracterizam o tempo de amar, de ser fraterno e viver a cultura da paz.



Foto Ilustrativa: Wesley Almeida/cancaonova.com

O que é o tempo do Advento?

O tempo do Advento é característico do Ocidente, que poderá ser compreendido como a vinda de Jesus entre os homens e a vinda do fim dos tempos: Jesus que vem para ser início, meio e fim. Daí, o Advento ser caracterizado como tempo de espera e de esperança. É essa mística cristã do princípio e do fim que nos faz mergulhar profundamente na liturgia. Como uma noiva se enfeita e se prepara para chegada do noivo, do amado, também nós somos convocados, neste tempo, a fazer o mesmo.

 

O que seria então essa preparação?

O tempo do Advento é característico do Ocidente, que poderá ser compreendido como a vinda de Jesus entre os homens e a vinda do fim dos tempos: Jesus que vem para ser início, meio e fim. Daí, o Advento ser caracterizado como tempo de espera e de esperança. É essa mística cristã do princípio e do fim que nos faz mergulhar profundamente na liturgia. Como uma noiva se enfeita e se prepara para chegada do noivo, do amado, também nós somos convocados, neste tempo, a fazer o mesmo. O reconhecimento dos enfeites que faltaram durante o ano que passou. O enfeite do perdão, do discernimento, da alegria, da humildade, da reconciliação e do trabalho incansável pelos pequeninos; o tempo da leitura bíblica, do pagamento do dízimo e tantos outros enfeites que nos aproximam do tempo do Advento de forma consciente da opção que fizemos por Jesus Cristo.

A Igreja, em sua santa sabedoria, reserva-nos uma oportunidade de conversão por meio do tempo do Advento. As quatro semanas que nos separam do Natal é o tempo da renovação do compromisso de aceitar, de forma definitiva, o Salvador Jesus que vem, celebrando o Seu Natal.

Desde os séculos IV e VII, o Advento é vivido em vários lugares do mundo. Era um tempo entendido com tanta seriedade, que no final do século IV, na Gália – França e na Espanha, durava seis semanas com a tradição do jejum, oração e abstinência. Essa preparação se estendia até a Festa da Epifania. Já no fim do século VII, em Roma, o seu significado foi ampliado, a fim de que os fiéis recordassem a segunda vinda do Senhor, constituindo assim “um caráter missionário manifestado na Igreja pelo anúncio do Reino e a sua acolhida pelo coração do homem até a manifestação gloriosa de Cristo”.

Deus é fiel as Suas promessas: o Salvador virá. Daí, a alegre expectativa que deve ser lembrada e vivida, pois o que se espera acontecerá, com certeza, atualizada. Como Igreja que espera clamamos: “Maranatha, vem Senhor Jesus!”

 

Fonte: Canção Nova



quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

FIRMES NA ESPERANÇA


O fim de ano remete-nos a revisão de vida e nos convida a deixar nosso coração repousar no Coração acolhedor de Jesus. Ele nos quer bem, apazigua nossos temores e angústias e valoriza os esforços feitos durante o ano inteiro. Percorremos uma estrada cheia de percalços e alegrias, e agora somos chamados a permanecer firmes na esperança. É para nós que o Apóstolo Paulo disse: “Que Deus da perseverança e da consolação vos dê harmonia de sentimentos em Cristo Jesus, para que glorifiquemos com um só coração e uma só voz a Deus, Pai de Nosso Senhor Jesus Cristo. (Rm 15,5).” Agradecemos, pois, a Deus pelo dom da vida, com tudo o que ela carrega de graça divina. Amanhã, um novo tempo nascerá: um Feliz Ano Novo, com muita paz, saúde e bênçãos! 
Frei Edrian Josué Pasini, OFM Organizado da Folhinha do S. C. J.
Imagens/Reprodução/Internet

Mario Quintana: Esperança


ESPERANÇA

 Lá bem no alto do décimo segundo andar do Ano
Vive uma louca chamada Esperança
E ela pensa que quando todas as sirenas
Todas as buzinas
Todos os reco-recos tocarem
Atira-se
E
— ó delicioso vôo!
Ela será encontrada miraculosamente incólume na calçada,
Outra vez criança...
E em torno dela indagará o povo:
— Como é teu nome, meninazinha de olhos verdes?
E ela lhes dirá
(É preciso dizer-lhes tudo de novo!)
Ela lhes dirá bem devagarinho, para que não esqueçam:
— O meu nome é ES-PE-RAN-ÇA...

Mario Quintana


Vamos de Paz

Nas clareiras do mundo, flores que salmodiam. Padre Fábio de Melo